Artigo

O mal bate à nossa porta

Escrito por

Luiz Philippe de Orleans e Bragança

A embaixada de Israel divulgou recentemente imagens e áudios captados por sua inteligência. Os detalhes chocantes parecem material da deep web. Atrocidades inimagináveis demonstram a barbárie e a crueldade dos terroristas do Hamas, mas sobretudo as semelhanças assustadoras entre o terrorismo e as ações da esquerda radical no mundo e no Brasil.

Fanáticos, mas plenamente conscientes, militantes do Hamas e do Hezbollah cantavam e dançavam sobre cadáveres, exibindo símbolos de suas facções em um espetáculo dantesco e desumanizado.  Longe de estarem em transe, promoviam sua ética criminosa, que blinda emocionalmente a pessoa e a capacita para os piores atos, sem empatia ou compaixão.  Seus semblantes nos fizeram lembrar certas pessoas públicas que apresentam o mesmo perfil psicológico e seus discursos de ódio, doutrinando jovens a cometer atrocidades.

Não se pode negar, entretanto, a habilidade desses comandantes terroristas. Em um dos vídeos, em comunicação por rádio, o superior de um soldado do Hamas pede que não se arranque a cabeça dos israelenses mortos em campo de batalha, mas preservem o corpo para estes serem enforcados ou crucificados em praça pública. Friamente.

Enquanto isso, o jovem terrorista do outro lado da linha, empolgado,  nos fez lembrar os estudantes brasileiros influenciados dentro de algumas universidades. O mesmo perfil político de dirigentes de movimentos armados e da massa de manobra que invade propriedades no meio rural e urbano. Do topo à base, está claro que o objetivo dos assassinatos de 7 de outubro era criar uma pauta política internacional, estimulando a mobilização em todo o mundo.

Mas de que lado está a sociedade palestina? Infelizmente, grande parte dela é conivente com os terroristas, haja vista o telefonema entre um jovem palestino e seus pais, em Gaza. Felizes com o fato de o filho ter matado dez judeus com suas próprias mãos, nem lhes ocorreu que aquela chacina provavelmente atingiu uma ou mais famílias como a deles. Com certeza não é um caso isolado, uma vez que os terroristas e seus cúmplices adotaram as redes sociais para se vangloriar de seus “feitos”. As razões para esse apoio palestino pode até ser analisada sob o prisma de causas históricas, políticas, religiosas ou econômicas, mas a escolha do Hamas como liderança é injustificável.

A luta contra o terrorismo não deve se restringir às ações de um governo, mas ação de todos os cidadãos, e precisa alcançar também a os radicais de esquerda que querem destruir tudo de posivo que a humanidade construiu. Quer conhecer o futuro preconizado por esses grupos no Brasil? Basta olhar o que Hamas tem feito em Gaza.

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