Liberalismo político contra o totalitarismo de Estado
John Locke, pai do liberalismo político

O liberalismo político surgiu para combater o totalitarismo de Estado, seja ele de uma ditadura comunista, como em Cuba ou Venezuela, como em monarquias absolutistas, como na Arábia Saudita. Esses países organizam os poderes de forma centralizada. Isso permite o controle da população, e acaba com a democracia.

Por outro lado, países desenvolvidos são organizados de forma liberal: os poderes públicos são organizados de forma descentralizada, garantindo independencia e validação democrática a cada um dos poderes. Tudo com limites constitucionais.

O Brasil precisa de mais liberalismo político e menos centralização. Só assim nos tornarmos um país de primeiro mundo.

No entanto, há grupos em nosso país que não toleram nada que tenha o rótulo “liberal”. Uma parte dos críticos ao liberalismo se opõe ao termo por falta de conhecimento, já que acham que ser liberal tem alguma relação com o aspecto moral.

Os demais grupos anti-liberais são influenciados por religiões, por ideologia marxista, por agentes externos ou simplesmente por terem interpretado de equivocada alguns influenciadores.

Esses grupos que criticam o liberalismo sofrem de um defeito grave, que é a falta de memória. Eles esquecem que se não fosse pelos liberais do século 17 e 18, a civilização ainda estaria vivendo em Estados despóticos e totalitários, escravizados pelo mercantilismo.

Qualquer que seja a origem da rejeição ao termo, esses movimentos e indivíduos que rejeitam o liberalismo político estão inevitavelmente ajudando a criar um estado totalitário: seja ele na forma de uma ditadura comunista, militar ou teocrática. Talvez boa parte de quem milita por esses ativistas não saiba disso, principalmente se forem adeptos de um Estado Democrático de Direito.

Por mais que a sociedade evolua no dialogo político, seremos sempre limitados pelos gargalos, tanto de mídia quanto de compreensão. Vamos eliminar os pre-conceitos com o termo “liberalismo politico” para podermos avançar.

3 COMENTÁRIOS

  1. Eu li uma pensamento creditado a Barry Goldwater (Senador e Major-General dos EUA) que dizia: “Se o governo é grande o suficiente para dar a você tudo o que você quer, ele é grande o suficiente para tirar tudo o que você tem”.
    Qual seria um número tolerável para termos de políticos cuidando do país? Temos que ter Deputados Estaduais e ainda os Federais? Também vejo Prefeito fazendo mais coisa que Vereadores pela cidade.
    Só uma correção: No parágrafo 6, segunda frase, está escrito Eles esquecem que se não fosse pelos liberais do século 17 e 18, a CIBILIZAÇÃO ainda estaria vivendo em Estados despóticos e totalitários, escravizados pelo mercantilismo.
    Agradeço o compartilhamento de idéias. Tem aberto muito a minha mentalidade.

  2. https://www.youtube.com/watch?v=1KiF2bnlqag

    ”Essa área terrível chamada ‘fazenda’ e ‘banco central’, aquilo é que se chama em Francês o ”chasse gardée” (área de caça), é uma área de caça reservada, ali só caça o proprietário.
    Área reservada, ”chasse gardée” quer dizer Caça Guardada.
    Quer dizer essa área ministério da fazenda e adjacências, secretaria do tesouro, planejamento e banco central, essa areá é do poder financeiro mundial anglo-americano.”
    – Adriano Benayon

    ”Então nós estamos com uma equação mais perigosa possível, ou seja, uma riqueza fantástica de recursos e uma deficiência em termos de poder, em termos de autodeterminação.
    Então essa equação nós coloca na posição a mais difícil possível.
    Porque todo pais que ficou sedendo seus recursos naturais, se especializou na exportação de matérias de gêneros essenciais ou do que for, controlado pelo donos do comercio e da finança mundial, todos esses países restituíram a servidão.”
    ”Ao Brasil só restará revogar o decreto da princesa Isabel.”
    – Adriano Benayon

    ”O Brasil está desadministrado. Ele está administrado para ser subdesenvolvido.
    O Brasil com a sua fabulosa dotação de recursos naturais, ele é objeto de sistemática manietação para que não os use, para que os deixe a merce para dos tais que se dizem de primeiro mundo.”
    – Adriano Benayon

  3. Pelo pouco que entendo, quando alguém diz que quer governar para alguém, qualquer que seja, esse político não serve. Eu penso que se deve governar para o País, sem interferir na vida das pessoas, e desse modo o progresso fará bem a todos!

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